Objetivo principal alertar os homens a respeito de doenças masculinas, com ênfase na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata

O Hospital Regional de Itumbiara São Marcos realizou uma programação especial em alusão à campanha Novembro Azul. Empenhada em mobilizar colaboradores e pacientes acerca da conscientização dos cuidados com a saúde do homem, a ação levantou o debate sobre o câncer de próstata. A equipe multiprofissional da unidade entregou Fôlderes informativos e broches com laços azuis para o público interno da unidade “O nosso intuito é colocar em discussão temas diretamente ligados à saúde e qualidade de vida dos homens. Paramos todos os colaboradores, um por um, entregamos um panfleto e abordamos sobre o Novembro Azul”, explica a coordenadora multiprofissional Karine Araújo,

Karine ressalta a importância de chamar a atenção dos homens para o cuidado com a saúde. “Novembro azul é uma campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar os homens a respeito de doenças masculinas, com ênfase na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata. O foco principal é a quebra do preconceito do homem de ir ao médico, pois o câncer de próstata está em segundo lugar no ranking em causa de morte por doenças nos homens. Então, realizamos diversas ações para esclarecer sobre a importância da prevenção e cuidados”, reforça. O movimento Novembro Azul teve início em 2003, na Austrália, com o objetivo de chamar a atenção para a prevenção e o diagnóstico precoce das doenças que atingem a população masculina, com ênfase na prevenção do câncer de próstata.

Conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), foram diagnosticados 68.220 novos casos de câncer de próstata e cerca de 15 mil mortes por ano em decorrência da doença no Brasil, para cada ano do biênio 2018/2019. Esse tipo de câncer é o mais frequente entre os homens brasileiros, depois do câncer de pele.  A única forma de garantir a cura do câncer de próstata é o diagnóstico precoce. Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos, com fatores de risco, ou 50 anos, sem esses fatores, devem ir ao urologista para conversar sobre o exame de toque retal, que permite ao médico avaliar alterações da glândula, como endurecimento e presença de nódulos suspeitos, e sobre o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico).