Profissionais de diversas áreas do Hospital Estadual de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz (Hugo) receberam treinamento para lidar com momentos de perigo iminente

Durante quatro dias, uma turma de 160 profissionais de diferentes áreas do Hospital Estadual de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz (Hugo) passou por curso de capacitação de brigadistas. De segunda, 20, a quinta-feira, 23, os colaboradores participaram de aulas teóricas e práticas de enfrentamento a situações de perigo na unidade de saúde, como combate a princípio de incêndio, evacuação de área e noções de primeiros socorros.

Com aulas ministradas por bombeiros, os profissionais do Hugo vivenciaram situações em que é preciso saber a forma correta de agir quando há a necessidade de uma atuação rápida e assertiva diante do risco a outras pessoas dentro do hospital. Ao fim do curso, a recém-formada rede de brigadistas da unidade contará com 160 pessoas treinadas e capacitadas a enfrentar essas situações de perigo.

Coordenada pelos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) do Hugo, o curso trouxe ensinamentos para quem, muitas vezes, não pode esperar um bombeiro ou médico chegar ao local para agir numa situação de emergência.

A engenheira de segurança e bombeira civil Jéssica Gouveia ministrou aula prática de combate a incêndio com um grupo de mais de 40 profissionais do Hugo na tarde de quarta-feira, 22. “Nós fazemos simulados de primeiros socorros, de combate a incêndio e de evacuação de área, com conhecimentos práticos e teóricos. Em uma situação de emergência, eles são os responsáveis por fazer a organização de uma evacuação ou de um atendimento de emergência”, explica Jéssica, uma das instrutoras no curso.

De acordo com a bombeira, os brigadistas precisam saber diferenciar a hora de usar um hidrante ou um extintor de incêndio, o produto a ser lançado para conter diferentes situações de fogo, por exemplo, ou qual equipamento de primeiros socorros utilizar na hora de determinada situação de emergência, até como fazer o carregamento correto de uma vítima para evitar novas lesões durante o transporte.

“Os profissionais do Hugo participaram bastante. Fizemos alguns simulados na sala e fora dela, levamos a turma para conhecer o sistema de bombas e hidrantes. Os brigadistas saem capacitados para fazer uma avaliação, inclusive, das melhorias que a estrutura de trabalho demanda. Por ser um prédio antigo e grande, precisamos ter uma brigada grande e que tenha uma boa formação”, pontua Jéssica.