HMG realiza o 1º ‘Simulado de abandono e combate a incêndio’ junto aos colaboradores

14 de fevereiro de 2023

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Quem não faz parte da rotina do Hospital Municipal Guarapiranga (HMG), em São Paulo, pode ter se assustado com o barulho de extintores de incêndio e o corre corre de brigadistas nas tardes de terça-feira (7) e quarta-feira (8). Tudo não passou, entretanto, do 1º “Simulado de abandono e combate a incêndio” realizado no hospital. Coordenada pelo engenheiro de Segurança do Trabalho do HMG, Bruno Alves Nascimento de Freitas, a ação teve como objetivo a preparação da equipe do hospital para prevenção e combate a incêndios.

Depois de uma rápida reunião com a equipe de brigadistas, era hora de agir. No simulado, um acompanhante de paciente deu origem a um princípio de incêndio em um dos quartos do hospital, mobilizando a equipe a atuar no local, como explica o engenheiro de Segurança do Trabalho.

“No caso, a gente simulou que um acompanhante estava fumando e jogou a bituca de cigarro dentro do cesto de lixo. Isso causou um princípio de incêndio e gerou fumaça dentro do quarto. Então, nós fizemos tanto a evacuação do paciente quanto dos acompanhantes e de quem estava próximo daquele raio de ação, por conta da fumaça”, explicou Bruno Freitas.

Ele acrescentou que um leito possui diversos itens que podem servir como combustível para um incêndio.

“Lá dentro [no quarto do paciente] a gente tem muito drywall, que tem resistência menor do que a alvenaria, ou seja, se torna um palheiro de vários materiais combustíveis, como o próprio colchão, o cesto de lixo, e vários materiais químicos, como o próprio álcool. Então, aquilo ali é muito rápido se você não contiver. Pode ocorrer uma situação desastrosa, que a gente não quer”.

Por fim, o engenheiro de Segurança do Trabalho frisou que o calendário de atividades do setor é anual, visando oferecer treinamento a respeito de segurança aos profissionais de forma contínua.

“Não só de combate a incêndio, mas temos outras ações voltadas ao acolhimento. Então, recentemente nós fizemos uma ação de adorno zero dentro da UTI. No trato com o paciente, esse adorno pode cair, e a sujidade contamina a ferida. No caso de um brinco, por exemplo, há o risco de o paciente arrancar o objeto da orelha, causando um acidente de trabalho. Então, todo esse olhar é para o acolhimento”, concluiu.

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