A atividade foi conduzida pelas psicólogas Taiane Marins e Natália Esbegue, que promoveram rodas de conversa com os profissionais da unidade e usuários do SUS. Com uma abordagem sensível e participativa, o encontro destacou os impactos do modelo manicomial e a urgência de transformações nas práticas em saúde mental, com base na escuta qualificada, no acolhimento e na promoção da dignidade.
A ação contou ainda com atividades educativas e distribuição de materiais informativos, mobilizando toda a equipe da Estratégia de Saúde da Família. O objetivo foi fortalecer os vínculos entre profissionais e usuários e reafirmar a atenção básica como espaço estratégico para o cuidado em liberdade.
Para a psicóloga Taiane Marins, a atividade foi um momento de conscientização essencial. “Durante a nossa palestra sobre a luta antimanicomial, abordamos a importância do cuidado em saúde mental baseado no respeito aos direitos humanos, na escuta qualificada e no acolhimento. Discutimos como o modelo baseado no isolamento precisa ser superado por práticas que promovam a inclusão social e o tratamento em liberdade”, explicou. Ela também ressaltou o papel fundamental das redes de apoio como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), e a própria atenção básica.



